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Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011

Física perde injustamente após ter dado "banho de hóquei"


Física e Benfica encontraram-se num duelo entre iguais, com muita emoção, golos e sofrimento até final. A vitória do Benfica por 7-6 acaba por penalizar em demasia a equipa da casa, que fez uma exibição memorável e merecia sair com um empate.

Pavilhão cheio para o encontro que decidiria o líder provisório do Nacional de Hóquei em Patins. Duas equipas sem derrotas e confiantes nas suas qualidades. Na primeira parte, o Benfica foi superior à equipa da Física. Aproveitando algumas desconcentrações defensivas da equipa de Torres Vedras, Luís Viana, Sérgio Silva e Valter Neves levaram o resultado até 0-3.

Neste momento, já a Física tinha marcado um golo, que acabaria por ser anulado pela equipa de arbitragem, com o argumento de que o marcador, Gérman Dates, tinha utilizado o pé intencionalmente para desviar a trajectória da bola. Mas mesmo com esse contratempo, a equipa de Torres Vedras não desistiu de lutar pela partida e conseguiu reduzir, primeiro num livre directo de Alan Fernandes e, de seguida, com um remate potente de Ricardo Pereira.

Ao ver a equipa da casa aproximar-se, o Benfica voltou a acelerar e marcou ainda dois golos antes do intervalo, por intermédio de Cacau e João Rodrigues. O resultado de 2-5 era demasiado pesado para a Física, pois sendo inferior ao seu adversário, tinha demonstrado vontade e entrega suficientes para estar mais perto dos benfiquistas.

A história da segunda parte foi bem diferente. Logo na primeira jogada, Carlos Godinho reduziu para 3-5 e o pavilhão inteiro pareceu acreditar na recuperação. No minuto seguinte, Germán Dates, a aproveitar um ressalto, conseguiu colocar o jogo em 4-5 e a partir daí só se viu a Física em campo, durante largos minutos. O domínio era tão intenso que o Benfica não conseguia sequer organizar um ataque. E assim foi até que Alan Fernandes empatou a partida.

Só aí a equipa de Luís Sénica parece ter acordado para o jogo. Aos 16 minutos segunda parte, num contra-ataque, Valter Neves conseguiu voltar a colocar o Benfica na frente, mas pouco depois, na transformação de uma grande penalidade, Ricardo Pereira voltou a empatar a partida. Faltavam cerca de 4 minutos mas o jogo estava longe de estar terminado. O Benfica voltou a carregar junto da baliza da Física e, na marcação de um livre indirecto, Sérgio Silva conseguiu desfeitear Carlos Coelho e colocou as águias na frente.

A emoção durou mesmo até ao segundo final porque a Física ainda beneficiou de um livre directo (tal como o Benfica) e de uma grande penalidade, ambas desperdiçadas por Ricardo Pereira. Ainda assim, fica a imagem clara de que esta Física, cujo objectivo é apenas a manutenção, tem equipa para se bater com os mais fortes e mais ricos deste campeonato. O Benfica sofreu, e muito, para ganhar em Torres Vedras, não podendo sequer afirmar que essa vitória tenha sido totalmente merecida, tal o “banho de hóquei” que levaram durante quase toda a segunda parte.

A Física volta a jogar no dia 7 de Janeiro, nos Açores, frente ao Candelária.
Fonte: Física Official Site

publicado por A.E.F.D. às 09:09
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